6.1.09
Então, é assim.
Você está muito bem seguindo o seu caminho rumo a seu lar, quando vem um babaca e bate na lateral do carro em que você está. Você roda ali dentro, capota e pára com o porta do motorista no chão. Sabe o que é engraçado nisso? Você não bate em canto algum a priori. As dores vêm depois, com os hematomas e os pontos no pé. Depois de um acidente como esse, ter apenas uma cicatrz com dois potnos no pé é nascer de novo. Não há nada em você que fale que um dia você capotou num carro, a não ser a imagem de um borrão na sua mente e aquela mínima cicatriz.
Me senti Harry Potter. Me senti na mão Dele. Me senti flutuando. Agora só me sinto viva.
Passar pelo seu primeiro acidente quando se mora sozinha não é nada fácil. Foge totalmente aquela sua imensa convicção de que você é adulta, segura de si, dona do seu nariz.
Me senti na propagadna da Oi vendo o meu nariz ser roubado, só que pela minha mãe. Tudo o que eu queria era estar no colo dela.
Mas diz, ótima maneira de começar o fim de semana antecedente ao Natal não?
Prefiro não comentar.
Ano novo, vida nova, já dizia o ditado.

O que você precisa saber sobre mim:
12/06/1989; curiosa e desconfiada;
míope, sonho acordada, penso no que poderia ter dito;
vivo em um caos organizado.
Orgulhosa, estudante de direito, adoro francês, amo mãos e falo alto. Chata, grossa, estúpida... Gênio forte!
FND, flamengo, Lapa e café. Piercing na orelha! Moro sozinha.
Não tenho uma lenda sobre mim; não costumo gostar do que faço; não tenho um
'estilo' definido de música; adoro filmes com coreografias e dançar sozinha
no quarto; sei exatamente como TEM QUE SER a sala e o bar do meu futuro duplex, o resto não importa muito,
e não nasci pra Amélia;
tenho manias, medo do escuro, e pavor de aranhas.
Antes de morrer eu tenho que conhecer o Brasil; viajar de carro com os amigos;
morar em Londres, conhecer a Alemanha, a Grécia e Amsterdã; exercer minha profissão e (antes, bem antes)
escolher o que fazer dela; fazer minhas próprias roupas; ter um casal de filhos;
e por um instante que seja, acreditar que acreditei no "ridículo da vida"...
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Make-believe quer dizer faz-de-conta, o famoso mundo encantado
dos contos infantis.